Espanha, Comunidad de Madri, Madrid, Alcorcón, Parque Lisboa, Porto Colón...

Metro, EMT, Night Bus, AVE, Vueling, Alsa, Alitallia, TAM...

Meson Las Tejas, Caprabo, Cafeteria de la Complutense, Eroski, Carrefour Express, Jamón, Pintxos, Musli, Quesos, Vinos, Starbucks, Pans and Co., Cañas, Tapas...

Mahou, Estrella Damm, Vodka, Caipirinha...

ICEI, SED, Club de Madrid, Universidad Complutense...

Blanca, Pablo Aguirre, Aida, Irene, Iris, Luiza, Pablo Uribe, Alberto, Natalia, Jaione, Camilo, Fernando, Katia, Rocio, Patricia, Paloma, Marina, Anabel, Iria...

Argentino, Sanahuja, Alberto Begué, Paco Rey, Alonso, Rafael Padilla, Mario, Nacho, Rogelio...

Paco, Inmaculada, Manolo, Luis, Miguel, Mario...

Andalucia, Extremadura, Castilla la Mancha, Castilla Leon, Catalunya...

Kel, Balde, Tifu, Lais, Tininha, Ricardinho, Carol Arantes, Fred Nóbrega, Anne (e filho/a), Cesc, Cabral, Marcelinha, Camila, Taci, Gilbertão, Vanessa, Lorena, Rafael, Patrícia, Luiza, Cris, Mãe, Pai, Rogério, Karlinha, Joanna, Rui...

Eu vou ficar a vida toda lembrando de cada um desses momentos e levo, dentro do meu coração, a certeza de que o amor e a experiência caminham juntos.

Levarei vocês em meu coração e nas minhas melhores memórias. Esse tempo não voltará nunca mais, mas me fará abrir um sorriso nas lembranças e derramar uma lágrima na saudade, sentimentos de quem foi cativado, e muito.

Amo vocês, minha família espanhola.
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O Homem

-"No momento em que eu ia partir
Eu resolvi voltar"

Vou voltar!
Sei que não chegou a hora
De se ir embora
É melhor ficar...

Vou ficar!
Sei que tem gente cantando
Tem gente esperando
A hora de chegar...

Vou chegar!
Chego com as águas turvas
Eu fiz tantas curvas
Prá poder cantar...

Esse meu canto
Que não presta
Que tanta gente
Então detesta
Mas isso é tudo
O que me resta
Nessa festa!
Nessa festa!...

Eu!
Vou ferver!
Como um cão vulcão em chamas
Como a tua cama
Que me faz tremer...

Vou tremer!
Como um chão de terremotos
Como amor remoto
Que eu não sei viver...

Vou viver!
Vou poder contar meus filhos
Caminhar nos trilhos
Isso é prá valer...

Pois se uma estrela
Há de brilhar
Outra então tem que se apagar
Quero estar vivo para ver
Oh!
O sol nascer!
O sol nascer!
O sol nascer!...

Eu!
Vou subir!
Pelo elevador dos fundos
Que carrega o mundo
Sem sequer sentir...

Vou sentir!
Que a minha dor no peito
Que eu escondi direito
Agora vai surgir...

Vou surgir!
Numa tempestade doida
Prá varrer as ruas
Em que eu vou seguir
Oh!
Em que eu vou seguir!
Em que eu vou seguir!...
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Raul Seixas

Até na Espanha



Hoje assisti a corrida de Mônaco e, no final, Barrichelo, depois de uma corrida cheia de acidentes e abandonos, conquistou 1 ponto suado, depois de um ano e meio sem marcar.

Depois da linha de chegada, o narrador, entusiasmadíssimo, vibra com o "sucesso" de Barrichelo:

- Sonen las trombetas, los cannones, fiesta, fiesta, después de mucho tiempo Barrichelo gana 1 punto. Debe estar tan feliz cuanto el ganador, Lewis Hamilton.

Até aqui zoam o cara. ;)

Madrid y Universidad Complutense







Dados

Lendo sobre possibilidade de negócios em países em desenvolvimento, comecei a procurar dados acerca de um conceito denominado "capital morto" por um grande autor do desenvolvimento, chamado Hernando de Soto.

"Capital morto" consiste em propriedades não regularizadas em países pobres, que poderiam ser usadas para conseguir um crédito, vender para conseguir um capital, entre outras coisas que se pode fazer com uma propriedade registrada. Ou seja, você tem o capital mas não o possui nem pode fazer nada com ele.

Números:
Na África contabiliza-se 1 trilhão de dólares em capital morto (3 vezes o PIB de todo o continente).
No mundo todo contabiliza-se 9 trilhões.

Tudo isso porque não existe um mísero sistema de registro de direitos de propriedade nesses países.

Imagina toda essa grana sendo usada para produzir.

Embaçado, não?

Fonte: Hernando de Soto, The mystery of capital: why capitalism triumphs in the West and fails everywhere else (New York: Basic Books, 2000), 35-7

Rodolfo Chikilicuatre

Todos os anos, desde meados da década de 1960, um festival de música inter-países, chamado Eurovision, é realizado na Europa.

Todos os países indicam seus representantes depois de acirrada disputa pela TV, onde os telespectadores participam da escolha de seu artista preferido.

Esse ano, depois de muita polêmica e gritos dos puristas, a Espanha elegeu a Rodolfo Chikilicuatre, criação do ator David Fernandéz, que concorreu com a música Baila el Chiki-Chiki.

Até agora é a música mais acessada no site do Eurovision, fazendo com que os espanhóis tenham fé novamente em seu participante, muito carismático, um personagem. Está em vários programas de TV, falado por todos, cantado pelas crianças...etc!

Com o aumento do número de membros na União Européia também aumentou o número de concorrentes a esse que é o maior evento cultural paneuropeu, aproximando as diferentes nacionalidades e culturas. Um bom exemplo de convivência vecinal.

O festival é bem "água-com açúcar" e, convenhamos, de gosto duvidoso e, mesmo assim, a Espanha não consegue ganhar com seu flamenco nem com outras tentativas mais ao "gosto" do festival.

Dessa vez vão tentar ganhar com um personagem que tem um topete enorme, uma guitarra de brinquedo e um sotaque argentino postiço.

Uma atitude meio "vamos mandar o mais piada porque gostamos". E não é que pode dar certo?

Bem que poderia haver um festival desse na América, não?

Podem falar mal, mas que isso une os países e é gostoso torcer por seu representante isso é.

Eu vou torcer pela Espanha.

Abaixo o vídeo de Rodolfo Chikilicuatre e seu "Baila el Chiki Chiki".

Uma figura!

Da série: boas propagandas espanholas

Campanha AMIGO, da operadora de celular Movistar.

Muito engraçado.

Tom Zé

Pensando no post abaixo, sobre as mulheres no governo espanhol, me lembrei do disco "Estudando o pagode: na opereta segrega mulher e amor", do Tom Zé, que é uma opereta sobre discriminação da mulher.

O disco todo é sobre esse tema, da violência de gênero, estética. E tem uma música que gosto muito, que abaixo reproduzo:

Mulher Navio Negreiro

Composição: Tom zé

Mulher – Divino Luxo – Navio Negreiro

O macho pela vida
Se valida
A molestar a mulher
Se diverte.

Apavorada,
Ela, que se péla,
Pouco pára de pé,
E padece.

Quando ele pia, pia, pia,
Pra inibir na mulher o animal,
Talvez eu ria, ria, ria,
Vendo ele transar uma boneca de pau,
Com seu incubado,
Calado, colado, pirado pavor
Do segredo sagrado.

Por isto existe no mundo
Um escravo chamado

Mulher – Divino Luxo – Navio Negreiro
Graal – Puro Cristal – Desespero
Rosa-robô – Cachorrinho – Tesouro,
Ninguém suspeita dor neste ideal,
A dor ninguém suspeita imperial.

Eucaristia – Ascensão – Desgraça,
Filé-mignon – Púbis, Traseiro – Alcatra,
Banca de Revista – Açougue Informal – Plena Praça,
Ninguém suspeita dor neste ideal,
A dor ninguém suspeita imperial.